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 07.05.2010 | Teatro |

Fatal regressa com mais grupos internacionais e mais iniciativas

 

O Festival Anual de Teatro Académico de Lisboa está em palco. Este ano, envolve 25 grupos de teatro e homenageia José Oliveira Barata, professor da Universidade de Coimbra e personalidade marcante do teatro universitário.

 

O Teatro da Comuna recebe a 11ª edição do Fatal, que este ano apresenta 20 espectáculos de teatro universitário, até dia 28. Arrancou esta quinta-feira. Além dos grupos nacionais, constam no rpograma grupos de Espanha, Marrocos, Turquia e Brasil.

 

Haverá espaço para sete performances, que aproximam cada vez mais o festival ao cenário das artes contemporâneas. Pretende-se dar espaço para expor o trabalho de formação e desenvolvimento pessoal realizado ao longo de todo o ano por cerca de 25 grupos de teatro, numa média de 500 pessoas envolvidas, entre estudantes universitários e encenadores, segundo a organização.

 

Além dos espectáculos de teatro, o Fatal organiza tertúlias no final de cada peça, assim como três conferências: a primeira dedicada ao tema «O Desejo de Fazer Teatro na Universidade», no dia 12, a segunda, a 20, subordinada ao comentário e mostras de Stefan Kaegi e a terceira, a 24, com Nelson Guerreiro com o título «Falar (ainda) de Performance em 2010 é tão Fatal como o seu destino».

 

Os workshops que integram esta edição debruçam-se sobre fotografia e tradução de teatro, dramaturgia, cenografia, iluminação para teatro e ainda um atelier de produção.

 

O Fatal volta ainda a homenagear uma personalidade do mundo do teatro universitário: José Oliveira Barata – integrado no TEUC, Teatro dos Estudantes da Universidade de Coimbra, enquanto actor e membro da direcção, professor catedrático da Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra e autor de uma vasta bibliografia.

 

O prémio Fatal destina-se à melhor peça apresentada no festival, enquanto o Prémio Fatal – Cidade de Lisboa pretende distinguir o espectáculo mais inovador. Estes dois galardões são decididos por um júri presidido pelo actor Ruy de Carvalho, mas o público também tem oportunidade de mostrar a sua preferência na atribuição do Prémio Fatal do Público.

 

A programação completa poderá ser consultada aqui.

Liliana Pacheco
 
etiquetaEtiquetas: Fatal, Teatro da Comuna, Stefan Kaegi, José Oliveira Barata, Teatro dos Estudantes da Universidade de Coimbra, Ruy de Carvalho,  
 
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