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O RASCUNHO falou com o hiperactivo Afonso Cruz a propósito de Hats & Chairs. A música teve papel central, mas a conversa foi ainda ao cinema e à literatura – e ficámos a saber que este ano terá mais um livro, com Mário de Sá-Carneiro.
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As Vidas dos Outros, álbum de estreia de Anaquim, passou entre bocas a cantar e está nas parangonas. Em vésperas dos concertos de lançamento em Coimbra e Lisboa, o RASCUNHO foi ouvir o coração ao duende apadrinhado por A Guerra das Estrelas.
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Adolfo Luxúria Canibal recorda a época que viu nascer os Mão Morta, há 25 anos. A retrospectiva, feita em entrevista ao RASCUNHO, antecipa a reedição dos quatro primeiros discos e o lançamento do novo de originais, em Abril – Pesadelo em Peluche.
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Poucos meses após a participação em Tradição Oral Contemporânea, B Fachada voltou a Trás-os-Montes. No final do primeiro concerto de apresentação do disco homónimo, revelou ao RASCUNHO um olhar atento sobre a Cultura de uma região que aprecia.
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O Cliente, o seu novo filme, marcou presença na Festa de Cinema Francês e estreou esta semana nas salas. Com Josiane Balasko, o RASCUNHO trocou algumas ideias sobre o irresolúvel enigma feminino, entre outras coisas.
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Maria Guedes começou como publicitária, mas a paixão pela moda levou-a a Nova Iorque, onde trabalhou com nomes conceituados. Voltou a Portugal com a missão de ajudar as portuguesas a terem mais estilo.
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Depois dos Sizo, é a vez dos unoeskimo provarem que o Porto e a estrutura tradicional ainda têm muito rock para dar. Acabam de lançar disco homónimo e desafiam-nos a «encontrar o ponto fulcral da história».
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Em Le Plaisir de Chanter, Ilan Duran Cohen conta (e canta) uma detective story invulgar, que cruza as diferentes personagens numa mesma melodia estonteante, cómica inclusive. O RASCUNHO esteve presente para ouvir algumas notas.
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O seu último filme, Le premier jour du reste de ta vie, abriu a secção Os Césares da Festa do Cinema Francês. Numa primeira visita a Lisboa, Rémi Bezançon conversou com o RASCUNHO sobre o que mais gosta de fazer: cinema.
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Preferem o público rock ao erudito mas preferem-no… sentado. Os La La La Ressonance lançam esta semana Outdoor, segundo disco que pode agradar ambos os públicos. É simultaneamente musculado e contemplativo.
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A algumas horas do primeiro concerto do Jazz em Agosto, que decorre entre 1 e 9, o RASCUNHO sentou-se no anfiteatro ao ar livre da Fundação Gulbenkian com o director artístico Rui Neves e foi perceber como se fazem 25 anos de programação superlativa.
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Este é um tempo frutuoso para Cristina Carvalho: tem O gato de Uppsala a esgotar segunda edição – o que motivou a conversa com o RASCUNHO –, um livro no prelo e outro a caminho. É uma entusiasta da vida e da Natureza. E aí estará mais um volume.
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Estamos a uma semana do lançamento do EP de estreia de Andrew Thorn. Quem é? O que é? O RASCUNHO pediu explicações a João Pedro Coimbra, mentor do projecto português escondido por detrás de um heterónimo.
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Only Time Will Tell foi escrito para uma banda que recebe convidados e tem um novo elemento. O colectivo é cada vez mais a força destes Sean Riley & The Slowriders que – apesar do sucesso – quiseram romper com o primeiro álbum.
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O PNET Literatura é um site de literatura que concilia os observatórios de crítica, as pré-publicações e os inéditos literários de autores reconhecidos. Luís Carmelo falou ao RASCUNHO acerca das relações entre o sítio, a rede e a literatura.
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A estrada é a sua principal influência e cantam em inglês porque os pais do rock ensinaram-nos a cantar assim. Após o sucesso de John Captain o rock condimentado a blues e country dos Born A Lion está de volta com o «mais maduro» Bluezebu.
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The Weatherman está de regresso aos discos com Jamboree Park At the Milky Way. Pode ser o título do ano: há a música e há uma nova casa – editora e etc. –, a Sublime Impulse, que volta a sublinhar a importância das simbioses artísticas.
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Goreti Dias é administradora do EscritArtes, um dos sites portugueses com maior destaque na escrita amadora actual. No quarto Rendez-Vous do EscritArtes, apresentou Diários, o seu primeiro livro. O RASCUNHO falou com a autora e registou o momento.
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Cantam em português e admitem que trabalham de «forma quase anárquica». Nascituro, o álbum de estreia de O Ludo chega hoje às lojas. O RASCUNHO falou com os algarvios e chama à primeira página o vídeo do single, Ao virar da página.
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Bruno Barreto esteve em Lisboa para apresentar Autocarro 174, que chega quinta-feira às salas. O filme dá a mão à realidade (um miúdo de 20 anos, do Rio, na vertigem de uma tragédia) mas é ficção. O RASCUNHO viu e falou com o realizador brasileiro
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Projecto que promove a reciclagem e re-utilização de peças de mobiliário numa abordagem artística, que faz homenagem aos anos 80 e ao kitsch para provocar o sorriso através do olhar crítico e irónico.
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A pouco mais de um mês de arrancar o maior IndieLisboa de sempre, o RASCUNHO foi falar com um dos seus co-directores, Nuno Sena. A programação do festival é anunciada na segunda-feira.
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Para descansar a obra de Ducasse, os Mão Morta põe um ponto final com um DVD e atiram-se com força à digressão Ventos Animais. Adolfo Luxúria Canibal contou ao RASCUNHO como termina a ligação maléfica a Maldoror.
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Acontece hoje, sábado, e pelo quarto ano consecutivo o Ceira Rock Fest, palco para d3o, Amazing Flying Pony, The Clits e para a estreia de Panda Pompoir. O RASCUNHO quis saber mais sobre a mais recente novidade de Coimbra.
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Mário Dorminsky ameaçou o fim do Cinema Fantástico no Porto no arranque de mais esta edição do festival. Em entrevista ao RASCUNHO/JUP, o director do Fantas não poupa as políticas culturais, os festivais da capital e até o umbiguismo do cinema português.
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Eduardo Lourenço esteve no primeiro dia das Correntes d'Escritas. O ensaísta falou ao RASCUNHO sobre a importância deste certame que, estando na moda, «não é só um gueto de intelectuais». Veja o vídeo da entrevista. |
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Vamos habituar-nos a falar de O Maquinista, quando quisermos dizer João Kyron. O projecto de spoken word da voz à frente dos Hipnótica chega hoje às mãos do público. É um álbum de outros tempos. O RASCUNHO quis saber porquê.
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Patrícia Lino, estudante da Faculdade de Letras, queria fazer um trabalho académico e aproveitar para divulgar a autora brasileira. Desatou a tirar fotografias, a fazer vídeos e sessões de leitura e criou um fenómeno na blogosfera. O RASCUNHO foi ouvi-la.
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Convidámos escritores lusófonos a encher de livros a saca de Natal. Vamos pelos títulos que ofereceriam, pelos que gostariam de ver reeditados e traduzidos em 2009, e ainda pela provocação: já recebeu um livro como quem recebe um par de meias?
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Vamos colocar as coisas nesta perspectiva: têm o Revolver dos Beatles nas mãos e Bosch nos olhos e querem construir a capa de um disco de rock e electrónica com isso. O que fazem? Os Blasfemea, que falaram ao RASCUNHO, deram uma resposta possível.
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Ele é a voz da Prova oral, o Nando do Nuno e Nando, o Vítor Espadinha dos tempos modernos! Fernando Alvim, 34 anos, lança o livro dos seus 50 anos de carreira. Obra que, disse ao RASCUNHO, cura «qualquer enfermidade». Incluindo pé de atleta.
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Com Play the Old Psychedelic Sounds of Today, The Act-Ups é nome para ver em Lisboa, Londres ou Nova Iorque. E a galgar Madrid, sobretudo, onde já são estrelas. Poderia até ter acontecido mais cedo, não fosse o caso de meter-se um avião à conversa.
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Os diamantes parecem ser os melhores amigos do «kuduro progressivo» de Lil'John, Riot, Conductor e Kalaf. Os candidatos portugueses aos MTV Music Awards de 2008 explicaram ao RASCUNHO como se junta Luanda e Lisboa num mesmo disco – o Black Diamond.
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É bem possível que Noah's Ark of Pain seja o primeiro álbum português assumidamente «Roclor». A façanha, que hoje chega às lojas com o selo da iPlay, é de The Guys From The Caravan, os caixeiros-viajantes das canções contadoras de histórias.
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Miguel Dias fez-se impulsivo e gerou Our Early Balloons. No processo, suspirou tanto, tanto, que o cordel com que levava a canção pela mão se partiu. Mas o que importa é que, quatro anos depois, o projecto Rose Blanket volta a percorrer o país.
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Os Micro Audio Waves fecham, neste sábado, dia 20, a digressão de um ano que os levou a Londres, Paris, de volta aos prémios Qwartz e a uma edição esgotada de Odd Size Baggage. O CCB vai ter festa surpresa, mas eles não dizem a ninguém.
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Pedro Marques Pereira sentou-se ao piano para, sem pressas e bem, compor cinema. Depois, veio o Rhodes e a cor – e o acordeão e o violino e as imensas colaborações. Agora, disco lançado, o seu Projecto Fuga finca-pé como uma das revelações do ano.
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As portas estão a abrir-se para a música tradicional. Uma das provas são os Mandrágora, que desde que ganharam o Prémio Carlos Paredes, em 2006, têm palmilhado a Europa, reinventando sons e raízes. O novo álbum, Escarpa, é essa paisagem recortada.
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Ondjaki, 31 anos, completa com AvóDezanove e o Segredo do Soviético a primeira dezena de livros publicados. Demorou apenas oito anos. O seu ofício, diz, é esse: escrever. Quer abrandar, mas já tem dois novos projectos até ao final do ano.
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O estado da poesia contemporânea, os hábitos de leitura dos portugueses, a criatividade literária e para que serve afinal escrever. O lançamento de dois livros sobre escrita criativa foi o mote para uma conversa com o escritor Pedro Sena-Lino.
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