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Com as actuações marcadas para um palco ao ar livre, foi num ambiente improvisadamente underground que, no 10 de Junho, se celebrou o rock cantado em português.
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Perante um São Jorge pouco fulgurante, Os Pontos Negros apresentaram um punhado de novos temas que pretendem acompanhar-nos da primeira refeição ao último pôr-do-sol da mais popular das estações do ano.
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O Clube Ferroviário foi o espaço que acolheu a festa e baile da Tradballs este ano. Naragonia, Arranca Telhados, Karrossel e Caravana levaram músicas do mundo para Santa Apolónia dar um pezinho. O RASCUNHO trouxe fotos.
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Após a passagem do Mamute, os Black Bombaim levantaram a nave e passearam o público da Zé dos Bois, em Lisboa. O RASCUNHO aproveitou para fotografar.
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A apresentação de As Vidas dos Outros levou a festa ao Maxime, mas muito mais: reiterou a inteligência de Anaquim e a empatia que provoca. Ana Bacalhau esteve lá e cantou. O RASCUNHO também e trouxe fotografias.
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O mote era apresentar Virou, mas o público saltou etapas e casou de imediato com o Diabo na Cruz. O RASCUNHO trouxe fotos de um concerto que, mesmo curto, foi prova viva da revitalização do rock cantado em português. |
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Para além de um dos melhores discos do ano, Minta & The Brook Trout é sinónimo de canções que transformam o Maxime num local que não estranharia chocolate quente. O RASCUNHO trouxe fotografias. |
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Os autores de Mind At Large estrearam-se na mítica sala lisboeta com a maior produção dos (quase) quinze anos de carreira. Num Coliseu transformado em selva mística e com som surround, fez-se festa no palco e na plateia ao longo de duas horas. |
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Com Only Time Will Tell percorreram, via estrada e via éter, todo o país. A crítica votou-lhes elogios e abriram Paredes de Coura. No final de um ano agitado, os Sean Riley & The Slowriders apresentaram uma formação remodelada. |
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Reuniram fãs num comboio e puseram as mãos na terra. Antes do Coliseu de Lisboa, a reflorestação da Ilha da Lezíria Grande. O RASCUNHO baptizou um freixo e trouxe fotos. |
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Gaiteiros de Lisboa, OqueStrada e Dead Combo estiveram no Centro Cultural de Belém para recordar João Aguardela. A Naifa também. E os companheiros do músico, desaparecido em Janeiro, atiraram a sala para horas incertas, tantos foram os golpes no peito. |
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A multinacional Tora Tora Big Band aqueceram a quinta e última noite de um festival enriquecido pela adesão do público lisboeta, que acabou por coroar os nortenhos OliveTreeDance como reis do terceiro Jameson Urban Routes. |
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À quarta noite do Urban Routes, Tracy Vandal destilou sensualidade no MusicBox. Ao rock sexual dos Tiguana Bibles, seguiram-se as sonoridades ecléticas do multi-instrumentalista canadiano Mocky e da sua banda dos chapéus enigmáticos. |
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Mais do que uma noite de rituais dançantes, foi todo um manual de um género que, africano e residente em Portugal, não teve receio de tomar de assalto o Cais do Sodré. Trouxemos fotos da terceira noite do Jameson Urban Routes. |
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Atravessaram o Canal da Mancha rumo ao Cais do Sodré. Uma optou pelo jogo limpo e outra pela ousadia, mas na bagagem, tanto Andreya Triana como Cibelle, levam o triunfo do público a seus pés. |
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Musicbox rebentou pelas costuras num desfile – primeiro inspirado e depois transpirado – que foi do dubstep ao reggae. Os portugueses Ride e Bezegol tiveram as honras de abrir o terceiro Jameson Urban Routes. |
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Paulo Furtado subiu ao palco do Lux como Legendary Tigerman na apresentação do último álbum, Femina. Ao chamamento, compareceram Cláudia Efe, Cibelle, Phoebe Killdeer, Lisa Kekaula e Rita Redshoes. O RASCUNHO também. E trouxe fotos. |
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Depois de quatro dias de euforia, o festival chegou ao fim. Pelo recinto passaram, em média, 35 mil pessoas por dia. Na memória, fica o regresso dos Faith no More a Portugal. Um concerto para emoldurar. |
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«Hoje não se falará de teatro sem que nesse teatro o espectador tenha um papel preponderante de relacionamento com a cena teatral.» O desafio está lançado. Descubra o que vai estar em cima do palco. O Rascunho abre-lhe uma brecha da cortina no slideshow. |
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